quinta-feira, 1 de outubro de 2009

PARA ENTENDER O VALOR DO TEMPO

Para entender o valor de um ano:

Pergunte a um estudante que não passou nos exames finais;

Para entender o valor de um mês:

Pergunte a mãe que teve um filho prematuro;

Para entender o valor de uma semana:

Pergunte ao editor de uma revista semanal;

Para entender o valor de uma hora:

Pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro;

Para entender o valor do minuto:

Pergunte a uma pessoa que perdeu o avião, o trem, ou o ônibus;

Para entender o valor de um segundo:

Pergunte a uma pessoa que sobreviveu a um acidente;

Para entender o valor de um milisegundo:

Pergunte a uma pessoa que ganhou a medalha de prata nas olimpiadas;

O tempo não espera por ninguém.

Valorize cada momento de sua vida.

O TIJOLO

Um jovem e bem sucedido executivo dirigia, em alta velocidade, sua nova Ferrari.

De repente um tijolo surgiu e espatifou-se na porta lateral do carro.

Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.
Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:

"- Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro! Por que você fez isto?”

"- Por favor, senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer!” - implorou o pequeno menino - “Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local!”

Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados

"-É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo.”

Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
“-O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.”

Movido internamente para muito além das palavras, o jovem motorista, engolindo um imenso nó, dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas.
Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.

"-Obrigado! E que Deus possa abençoá-lo!”, agradeceu a criança.

O homem viu então o menino distanciar-se, empurrando o irmão em direção à casa...

Foi um longo caminho até a sua Ferrari...
Um longo e lento caminho de volta...

Ele nunca mais consertou a porta amassada.
Deixou-a assim para lembrar-se de não ir tão rápido pela vida, que alguém precisasse atirar um tijolo para obter a sua atenção...

Para Refletir:
"Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações. Algumas vezes, quando não temos tempo de ouvir, ELE tem de jogar um Tijolo em nós!"

O SOL BRILHA MAIS ALÉM


Alguma vez você já pensou aonde vão as águias quando a tormenta vem? Onde é que elas se escondem? Elas não se escondem. Abrem suas asas que podem voar a uma velocidade de até 90km/h, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que as nuvens escuras, a tempestade e os choques elétricos podem ter uma extensão de 30 a 50m, mas lá em cima brilha o sol. Nessa luta terrível podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente.
Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima.

Finalmente, as águias também morrem, mas alguma vez você achou por aí um cadáver de águia? De galinha talvez, de cachorro ou de pombo, quem sabe até de um bicho de mato nessas extensas estradas de reserva ecológica, mas cadáver de águia você não encontra. Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Procuram com seus olhos o pico mais alto, tiram as últimas forças de seu cansado corpo e voam aos picos inatingíveis e aí esperam resignadamente o momento final.

Até para morrer elas são extraordinárias. Talvez por isso o profeta Isaías compara os que confiam no Senhor com águias.

Quem sabe hoje você tem diante de si um dia cheio de desafios.
Alguns deles podem parecer impossíveis de ser vencidos, mas lembre-se: descanse no Pai, passe o tempo com Ele e depois parta para a luta, sabendo que depois daquela tormenta brilha o sol.

"Mas os que esperam no Pai, renovam as suas forças".

O SEGREDO DA FELICIDADE...

Certo mercador enviou seu filho para aprender o Segredo da Felicidade com o mais sábio de todos os homens. O rapaz andou durante quarenta dias pelo deserto, até chegar a um belo castelo, no alto de uma montanha. Lá vivia o Sábio que o rapaz buscava.

"Ao invés de encontrar um homem santo, porém, o nosso herói entrou numa sala e viu uma intensa atividade; mercadores entravam e saíam, pessoas conversavam pelos cantos, uma pequena orquestra tocava melodias, e havia uma farta mesa com os mais deliciosos quitutes daquela região do mundo. O Sábio conversava com todos, e o rapaz teve que esperar por duas horas até chegar sua vez de ser atendido".
"O Sábio ouviu atentamente o motivo da visita do rapaz, mas disse-lhe que naquele momento não tinha tempo para explicar-lhe o Segredo da Felicidade. Sugeriu que o rapaz desse um passeio por seu palácio, e voltasse daqui a duas horas".
"Entretanto, quero lhe pedir um favor - completou o Sábio, entregando ao rapaz uma colher de chá, onde pingou duas gotas de óleo. - Enquanto você estiver caminhando, carregue esta colher sem deixar que o óleo seja derramado. O rapaz começou a subir e descer as escadarias do palácio, mantendo sempre seus olhos fixos na colher. Ao final de duas horas, retornou à presença do Sábio.
"Então - perguntou-lhe o Sábio - Você viu as tapeçarias da Pérsia que estão na minha sala de jantar? Viu o jardim que o Mestre dos Jardineiros demorou dez anos para criar? Reparou nos belos pergaminhos de minha biblioteca?
"O rapaz, envergonhado, confessou que não havia visto nada. Sua única preocupação era de não derrmar as gotas de óleo que o Sábio lhe havia confiado". - "Pois então volte e conheça as maravilhas do meu mundo - disse o Sábio - Você não pode confiar num homem se não conhece sua casa".
"Já mais tranquilo, o rapaz pegou a colher e voltou a passear pelo palácio, desta vez reparando em todas as obras de arte que pendiam do teto e das paredes. Viu os jardins, as montanhas ao redor, a delicadeza das flôres, o requinte com que cada obra de arte estava colocada em seu lugar. De volta à presença do Sábio, relatou pormenorizadamente tudo o que havia visto.
"Mas onde estão as duas gotas de óleo que lhe confiei? - perguntou o Sábio".
"Olhando para a colher, o rapaz percebeu que as havia derramado".
"Pois este é o único conselho que tenho para lhe dar - disse o mais Sábio dos Sábios.
- O SEGREDO DA FELICIDADE ESTÁ EM OLHAR TODAS AS MARAVILHAS DO MUNDO, É APROVEITAR TODAS AS COISAS DO MUNDO, MAS JAMAIS ESQUECER DE SEUS OBJETIVOS.
LEMBRE-SE SEMPRE DAS DUAS GOTAS DE ÓLEO NA COLHER..."

O P I L O T O

Ele observou o menino sozinho na sala de espera do
aeroporto aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila
para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos.
Quando Ogilvie entrou no avião, viu que o menino
estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando
Ogilvie puxou
conversa com ele e, em seguida, começou a passar
o tempo colorindo um livro.
Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto
as preparações para a decolagem estavam sendo feitas.
Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade muito forte,
o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento.
A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros,
mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.
Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor ficou
intrigada com aquilo tudo e perguntou ao menino:
- Você não está com medo?
- Não senhora, não tenho medo, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.
Meu pai é o piloto.

Existem situações em nossa vida que lembram
um avião passando por uma forte tempestade.
Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme.
Temos a sensação de que estamos pendurados
no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar,
em que nos apoiarmos, e que nos sirva de socorro.
No meio da tempestade, podemos nos lembrar de que nosso
"PAI É O PILOTO"

Apesar das circunstâncias, nossa vida está nas mãos do Deus que criou o céu e a terra.
Ele está no controle, por isso não há o que temer.
Se um medo inconsolável tomar hoje conta do seu ser, diga:!

"MEU PAI É O PILOTO,
NÃO TEMEREI MAL ALGUM!"

O FRIO QUE VEM DE DENTRO

Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma

avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles
trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles
se aqueciam.
Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia
clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira: era a única maneira
de poderem sobreviver.
O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e
descobriu que um deles tinha a pele escura.
Então, raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha
para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os
juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia
sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.
Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro,
pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso? Nem pensar".
O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia
qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina.
Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha
para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar
aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros
os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: "Esta nevasca
pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha."
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente
para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava.
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para
pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os
sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "Esta
lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor
dos gravetos".
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa
da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.
No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna
encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de
lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:
"O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro".
......................................................................................................
Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você.
Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam.
Não permita que as brasas da esperança se apaguem, nem que a fogueira do
otimismo vire cinzas.
Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que
você esteja.

O FERREIRO

"Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua alma a Deus.

Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida, muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:
realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.
Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado".

O ferreiro não respondeu imediatamente.
Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o ferreiro:


"Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura.
Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente".


O ferreiro deu uma longa pausa, secou a testa com um lenço e continuou:
"As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria."

Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
"Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: "Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser - mas jamais me coloque no monte de ferro-velho ".

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Homem de verdade Quero um homem que me chame de linda em vez de gostosa… Que me ligue de volta quando eu desligar na cara dele… Que deite embaixo das estrelas e escute as batidas do meu coração, ou que permaneça acordado só para me observar dormindo… O homem que me beije na testa… Que queira me mostrar para todo mundo mesmo quando eu estou suando… Um homem que segure minha mão na frente dos amigos dele… Que me ache a mulher mais bonita do mundo mesmo quando estou sem nenhuma maquiagem e que insista em me segurar pela cintura… Aquele que me lembra constantemente o quanto ele se preocupa comigo e o quanto sortudo ele é por estar ao meu lado…Aquele que esperara por mim… Aquele que vire para os amigos dele e diga ** “É ela, a mulher da minha vida!”